16/01/2012
E acontece tipo assim: lembro do seu rosto, do seu abraço, do seu cheiro, do seu olhar, do seu beijo e começo a sorrir, é assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do meu cérebro que me fizesse por um instante a pessoa mais feliz do mundo, mas que só você, de algum modo, fosse capaz de ativar.
Eu sei, é lindo. Mas logo em seguida, quando penso no quão longe você está sinto-me despedaçar por inteira. Sabe a sensação de arrancar um doce de uma criança? Pois é, sou essa criança e você o doce. E dói. Uma dor cujo único remédio é a sua presença. Aí sigo assim, penso em você, sorrio, sofro e peço pro tempo cuidar da gente, amenizar essa dor e trazer logo a minha cura: você.
